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Os nossos house-organs
continuam (com raras exceções) cheirando a mofo,
exibindo um perfil conservador, pouco democrático,
como se tivessem ficado parado no tempo. Está na hora
de sacudir a poeira das publicações empresariais,
mas certamente, antes disso, é preciso mesmo mudar
o processo de gestão e a cultura das nossas organizações,
que continuam tratando mal (muito mal) a comunicação
interna.
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